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Cinema, por que dessa desvalorização?

giorno

Por que? Por que é que toda vez que eu vou ao cinema ou à uma locadora a maioria das opções continuam sendo os filmes hollywoodianos? Parece que os filmes europeus, brasileiros, asiáticos e latinos não são tão valorizados por nós quanto deveriam ser. Essa semana fui à 65ª Mostra Internacional de Arte Cinematográfica de Veneza em 2008, que por sorte ocorreu em Curitiba/Paraná no pequeno, mas não ruim cinema do shopping Novo Batel. Além de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Recife. Tive a sorte e a oportunidade de apreciar dois filmes de graça e de ótima qualidade: “Um giorno perfetto” e “Pranzo di Ferragosto”(Almoço em Agosto). Não vou ficar aqui descrevendo eles, pois a intenção do tópico não é indicar os filmes e sim protestar.Pena que não pude ver todos, pois foram exibidos um a cada dia da semana. Logo depois de assistir à esses dois ótimos filmes, me perguntei por que é que filmes deste tipo não chegam ao cardápio brasileiro de filmes? Não estou dizendo que as produções norte americanas são piores, mas a questão é que poderiam ao menos oferecer mais opções para nós. Muitas vezes o cinema nacional não é valorizado por nós, e me pergunto outra vez: por que? Será que o público realmente gosta de “pagar pau” pra americano? Ou será que nós não temos cultura suficiente para apreciar um bom filme? Gostaria que mais valor fosse atribuído às nossas produções e às de outros países. Fica aqui o meu protesto.

pranzo

De autoria de: Um CUritibano

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Uma mensagem, um enigma!

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E então as mazelas de sua liberdade foram extintas, pois estavam entrelaçadas com uma adoração de um fragmento, isolado…

E ainda pensante disseminou em seu povo seu catalisador coletivo de ascensão de consciência, tornou cada coração fundido ao seu coração e cada noite a sua noite. Mas isso sem ser um vasto ardor qualquer, era uma noite que as vozes cantavam os cantos do dia tornando toda agonia em serenidade, pois apesar do escuro emudecer as palavras doces, desta vez cantava aos mais harmoniosos tons de um vasto lucubrar.

A necessidade de todos velarem e não renovarem em novos matizes sua dor, rancor e raiva se empestavam para resumir no medo da necessidade do amanhã, de usar sua dor para o descrédito da cura, seu rancor para explicar sua tristeza ou a raiva para demonstrar a injúria passada.

E assim, apagando o fogo de seus ensinamentos os deixou em brasa pungente, durante tempo. Mas não um fulgor qualquer, mas um que em cuspilhos emanava estupenda faísca e alarmava o novo, colidindo e posteriormente casando seus fogos com suas verdades. Assim, todos tinham o essencial dentro de si, e assim os cacos formaram, em sua coletividade, o mosaico que decifra a eternidade.

Logo ele sobrevém, submergindo o antigo não como arte de destruição, mas neste se espelhando para ladrilhar o alabastro que cinzela perspicazmente.

A margem da imortalidade está em nós.

De autoria de:  Janson Salvatori

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